Gente hoje vou dar uma dica muito importante pra vocês!
Sabiam que as mulheres na perimenopausa ainda precisam de contracepção?
48% das gestações não foram planejadas em mulheres acima de 40 anos, contra 41% em mulheres de 25-29 anos.
Muitas vezes, isso acontece A depressão pós-parto paterna é um fenômeno menos estudado em comparação com a depressão pós-parto materna, mas algumas pesquisas recentes identificaram altas taxas de incidência chegando a 25% apesar do quadro ser pouco reconhecido e subnotificado.
Em pesquisa divulgada no congresso de 2023 da American Academy of Pediatrics nos EUA filhos de pais que apresentam depressão pós-parto têm maior probabilidade de experienciar uma série de adversidades nos primeiros 5 anos de vida.
As adversidades na infância com maior associação com depressão paterna foram:
•Ausência do pai na vida dos filhos
•Chances 60% maiores de exposição ao uso de substâncias
•Maiores probabilidades de sofrer maus-tratos infantis psicológicos e físicos
•Dificuldades na parentalidade, no comportamento da criança, bem como no desempenho escolar.
“Os pais desempenham um papel fundamental na dinâmica familiar e o estigma que existe em torno da saúde mental dos homens em geral limita o diagnóstico e a oportunidade de acolhimento desses pais, como fazemos com as mães na depressão pós-parto”.
Os sinais e sintomas da depressão pós-parto paterna podem incluir mudanças de humor, irritabilidade, falta de interesse em atividades anteriormente apreciadas, distanciamento emocional e até mesmo pensamentos de prejudicar a si mesmo ou ao bebê.
Para prevenir a depressão pós-parto paterna, é essencial priorizar a comunicação aberta e honesta sobre as expectativas e desafios da paternidade.
Além disso, estabelecer uma rede de apoio social e procurar ajuda profissional quando necessário também é fundamental.
Este conteúdo foi originalmente publicado no MDedge.com ─ Medscape Professional Network.
Dra Amira Hazime
Ginecologista e Obstetra
CRM 66263 | RQE 37162